sábado, 28 de novembro de 2015

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Todo mundo teve, tem ou terá uma "roda viva" em seu caminho!

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Cama leoa


O camaleão muda de cor conforme o espaço em que ocupa e eu? Eu não mudo assim, mudo o lugar e  me levo junto, sempre sou eu mesma.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Ontem

Ontem foi um dia bom!
Perfeito como devem ser os dia perfeitos: cheio de desencontros e encontros, vontade de abraços e abraços inesperados, comidinha da mamãe, muitos projetos, ajustes e desejos secretos revelados ao por-do-sol. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Esse Senhor Tempo...

Se eu tivesse podido parar o tempo, teria sido ali, naquele lugar, naquela hora com você. Você que nem existe mais em 
" corpo presente", que existe só naquela fração de segundo que durou nosso olhar de encanto mútuo, da camiseta amarela, do incenso, da frase escrita e refletida em torno de uma lágrima: "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã"... E não houve! Continuo aqui sozinha, desejando sempre que você esteja feliz e que tenha encontrado aquela flor que te entristecia só de lembrar o aroma...  

sábado, 24 de janeiro de 2015

Como eu vou ser feliz com "um cemitério na cabeça"?

Mais uma sexta-feira

Já odiei as sextas-feiras, confesso! Mas hoje não. Hoje eu estudo violão e penso que o sábado é de Oxum!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Nem sei mais...

Eu sei que eu devia escrever, mas eu estou vazia e sem ter ideia do que me preencheria!
O que preencheria uma mulher que já viveu tanto... já amou tanto e está sozinha...
Que se completa na solidão... Que tem fumado demais, pensado demais e que já não possui a leveza do impulso. 
Que só tem de seu neste momento o barulho do cigarro queimando e um cachorro latindo longe, na madrugada... E o silêncio no quarto é tanto que não deixa dormir!
E esse vazio que consome. O espírito de Poliana faz muita falta em uma hora dessas.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Aborto consentido

2015 chegou fervendo, dormir virou artigo de luxo, muita música e muitas lágrimas na madrugada!
Quando o sono chega traz consigo o Sol de um novo dia, meu cachorro late pedindo ração e água e eu... Quem vai saciar essa sede e fome!
O fim era inevitável e demorou 30 anos, de repente comer, beber e dormir não são importantes, o importante é abortar você em mim, sem culpa e sem mágoa, sem nada, já deu! Puta que pariu, como se arrastou essa merda. E eu aqui lamentando o que nunca existiu, o amor que não bateu, o tesão que não excitou, o olho que não brilhou, o orgasmo que não chegou no tempo e no espaço do desejo que inexistiu.
Se eu tivesse o que cheirar, cheiraria, se tivesse o que fumar, fumaria e até mesmo uma arma se tivesse mataria em mim esse sentimento mequetrefe, sem valor nenhum.
O tempo passou e o que restou mesmo? Porra nenhuma que valha a pena chorar, mas eu choro assim mesmo porque nesses 30 anos li muita poesia e ouvi muita música boa, essas coisas que te colocam no lugar de achar que o amor é isso: amar e ser amado! Ah, Tim! Você tinha razão: " O caminhão que atropelou minha vida tem o meu nome na placa".

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Ser Puta e prostituta na atualidade

Ontem assisti ao filme: "Bruna surfistinha - o doce veneno do escorpião". Se não me engano foi lançado em 2013 e a atriz Débora Secco interpretou a Bruna, que na verdade se chama Raquel Pacheco.
Fiquei impressionada com a capacidade de Raquel em "esbofetear" a sociedade e de se auto-sabotar! E que coragem, garota de classe média, burguesa, com dezesseis anos saindo da casa dos pais, porque segundo ela não havia diálogo e fazendo a opção mais difícil para um mulher que é a venda do corpo, a exposição do corpo, como ela coloca para os clientes ao se despir,  no filme:"pode fazer o que quiser".
E também segundo ela: a opção pela prostituição veio do "gostar de sexo", grifei porque não consegui ver dessa forma, no filme ( também li o livro), ficou a ideia de auto punição, no primeiro programa, ela coloca que "não gritei, não chamei meus pais, não pedi para parar...Eu aguentei".
Sofri com ela e com todas as meninas que se perdem de si mesmas. Eu gosto muito de sexo e na minha adolescência também pensei em fugir(até hoje penso), também não havia diálogo lá em casa,existiam os tabus e os silêncios, mas eu nunca tive coragem para as fugas externas, as internas sim, tive muitas. O medo me protegeu de grandes sofrimentos e me impediu de felicidades maiores.
A mulher, Raquel Pacheco é admirável, uma Puta de verdade! Puta no sentido de vanguarda mesmo, de escancarar, de exigir espaço, de lutar e nesse sentido somos todas, Putas mulheres do século XX, caminhando pelo século XXI com passos largos de vontade e certezas de sucesso, capacidade de driblar as dificuldades com criatividade não nos falta e jamais faltará. E que a prostituição seja opção válida porque somos livre para escolher o que melhor nos convém, assim como foi para Raquel, mesmo que para segurar a barra tenha se reinventado como Bruna surfistinha.

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