sexta-feira, 11 de maio de 2012

As formas das coisas


Eu verdadeiramente não existo!

Olho para você em minha frente e não sei o que vejo, olhos de ver socorram-me!

Não consigo entender o que ouço, ouvidos de ouvir venham em meu socorro!

O que eu já quis e o que eu quero agora, sombras à meia luz, a busca de um bolero...

Sozinha no cais estico a vista para enxergar o horizonte, o Sol ainda brilha forte, 

tudo pede calma e soluça que as coisas tomem forma.

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