sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Eu sou mestra em planejar coisas que a vida nunca deixa realizar!
sábado, 28 de novembro de 2015
Todo mundo teve, tem ou terá uma "roda viva" em seu caminho!
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Cama leoa
O camaleão muda de cor conforme o espaço em que ocupa e eu? Eu não mudo assim, mudo o lugar e me levo junto, sempre sou eu mesma.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Ontem
Ontem foi um dia bom!
Perfeito como devem ser os dia perfeitos: cheio de desencontros e encontros, vontade de abraços e abraços inesperados, comidinha da mamãe, muitos projetos, ajustes e desejos secretos revelados ao por-do-sol.
Perfeito como devem ser os dia perfeitos: cheio de desencontros e encontros, vontade de abraços e abraços inesperados, comidinha da mamãe, muitos projetos, ajustes e desejos secretos revelados ao por-do-sol.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Esse Senhor Tempo...
Se eu tivesse podido parar o tempo, teria sido ali, naquele lugar, naquela hora com você. Você que nem existe mais em
" corpo presente", que existe só naquela fração de segundo que durou nosso olhar de encanto mútuo, da camiseta amarela, do incenso, da frase escrita e refletida em torno de uma lágrima: "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã"... E não houve! Continuo aqui sozinha, desejando sempre que você esteja feliz e que tenha encontrado aquela flor que te entristecia só de lembrar o aroma...
sábado, 24 de janeiro de 2015
Como eu vou ser feliz com "um cemitério na cabeça"?
Mais uma sexta-feira
Já odiei as sextas-feiras, confesso! Mas hoje não. Hoje eu estudo violão e penso que o sábado é de Oxum!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Nem sei mais...
Eu sei que eu devia escrever, mas eu estou vazia e sem ter ideia do que me preencheria!
O que preencheria uma mulher que já viveu tanto... já amou tanto e está sozinha...
Que se completa na solidão... Que tem fumado demais, pensado demais e que já não possui a leveza do impulso.
Que só tem de seu neste momento o barulho do cigarro queimando e um cachorro latindo longe, na madrugada... E o silêncio no quarto é tanto que não deixa dormir!
E esse vazio que consome. O espírito de Poliana faz muita falta em uma hora dessas.
O que preencheria uma mulher que já viveu tanto... já amou tanto e está sozinha...
Que se completa na solidão... Que tem fumado demais, pensado demais e que já não possui a leveza do impulso.
Que só tem de seu neste momento o barulho do cigarro queimando e um cachorro latindo longe, na madrugada... E o silêncio no quarto é tanto que não deixa dormir!
E esse vazio que consome. O espírito de Poliana faz muita falta em uma hora dessas.
sábado, 3 de janeiro de 2015
Aborto consentido
2015 chegou fervendo, dormir virou artigo de luxo, muita música e muitas lágrimas na madrugada!
Quando o sono chega traz consigo o Sol de um novo dia, meu cachorro late pedindo ração e água e eu... Quem vai saciar essa sede e fome!
O fim era inevitável e demorou 30 anos, de repente comer, beber e dormir não são importantes, o importante é abortar você em mim, sem culpa e sem mágoa, sem nada, já deu! Puta que pariu, como se arrastou essa merda. E eu aqui lamentando o que nunca existiu, o amor que não bateu, o tesão que não excitou, o olho que não brilhou, o orgasmo que não chegou no tempo e no espaço do desejo que inexistiu.
Se eu tivesse o que cheirar, cheiraria, se tivesse o que fumar, fumaria e até mesmo uma arma se tivesse mataria em mim esse sentimento mequetrefe, sem valor nenhum.
O tempo passou e o que restou mesmo? Porra nenhuma que valha a pena chorar, mas eu choro assim mesmo porque nesses 30 anos li muita poesia e ouvi muita música boa, essas coisas que te colocam no lugar de achar que o amor é isso: amar e ser amado! Ah, Tim! Você tinha razão: " O caminhão que atropelou minha vida tem o meu nome na placa".
Quando o sono chega traz consigo o Sol de um novo dia, meu cachorro late pedindo ração e água e eu... Quem vai saciar essa sede e fome!
O fim era inevitável e demorou 30 anos, de repente comer, beber e dormir não são importantes, o importante é abortar você em mim, sem culpa e sem mágoa, sem nada, já deu! Puta que pariu, como se arrastou essa merda. E eu aqui lamentando o que nunca existiu, o amor que não bateu, o tesão que não excitou, o olho que não brilhou, o orgasmo que não chegou no tempo e no espaço do desejo que inexistiu.
Se eu tivesse o que cheirar, cheiraria, se tivesse o que fumar, fumaria e até mesmo uma arma se tivesse mataria em mim esse sentimento mequetrefe, sem valor nenhum.
O tempo passou e o que restou mesmo? Porra nenhuma que valha a pena chorar, mas eu choro assim mesmo porque nesses 30 anos li muita poesia e ouvi muita música boa, essas coisas que te colocam no lugar de achar que o amor é isso: amar e ser amado! Ah, Tim! Você tinha razão: " O caminhão que atropelou minha vida tem o meu nome na placa".
sábado, 12 de julho de 2014
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